Edward Sharpe and the Magnetic Zeros & Courtney Barnett

São Paulo / Audio Club

16 / NOV

Heineken e POPLOAD dão sequência à programação especial do #Popload10Anos com edição turbinada do Popload Gig com a banda americana Edward Sharpe and The Magnetic Zeros e com a cantora australiana Courtney Barnett!

Edward Sharpe and The Magnetic Zeros é hippie, é folk, é pop, é viajante. Responsável pelo revival folk dos últimos anos, o coletivo californiano ficou mundialmente conhecido pelo hino “Home”, hit do primeiro álbum “Up from Below” (2009). Quem não lembra? Cantada por Alex Ebert e Jade Castrino, o single virou tema de muitos festivais de verão. Agora sem Castrino, a banda volta em uma nova fase com o excelente “PersonA”, lançado em abril deste ano. É o primeiro disco em que os dez integrantes participaram juntos de todo o processo criativo. Ao vivo, os shows do ESMZeros são “uma experiência religiosa”. Tem que ver para entender, tem que participar para sentir: não há setlist, quem manda é a plateia, eles dançam e cantam em meio ao público, improvisam nos hits e criam outros… Vai perder? Mais um motivo para amar esta edição: além de ser uma das cantoras preferidas da Popload, a jovem Courtney Barnett é uma das grandes expoentes da rica cena indie australiana. Suas letras espirituosas falam de assuntos mundanos, com muito humor e auto-crítica. Mas é seu jeito verborrágico de cantar, como se estivesse conversando com um amigo enquanto toca guitarra, que marca seu estilo meio grunge, meio indie-rock. O álbum de estreia “Sometimes I Sit and Think, and Sometimes I Just Sit”, foi destaque em todas as listas de melhores discos de 2015 e indicada ao Grammy 2016 na categoria “Melhor Revelação”! Destacamos aqui os hits “Avant Gardener” e “Pedestrian at Best”, que ficaram no topo das paradas indie-americanas. Barnett está no auge da carreira e vem ao Brasil pela primeira vez! Popload Gig com Edward Sharpe & The Magnetic Zeros e Courtney Barnett acontece no dia 16 de novembro, quarta-feira, no Audio, em São Paulo. Ingressos a partir de R$100,00 (meia-entrada)

SERVIÇO

DATA: 16 de Novembro (quarta-feira)!
LOCAL: Audio Club
ENDEREÇO: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca – SP
HORÁRIO: 19h (Abertura da casa)/ 21h (Courtney Barnett)/ 22h30 (Edward Sharpe)
INFORMAÇÕES: www.poploadgig.com
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 18 anos
CAPACIDADE: 2.500 pessoas
INGRESSO: Pista: R$100,00 (meia-entrada) e R$200,00 (inteira) e Camarote: R$200,00 (meia-entrada) e R$400,00 (inteira)
PONTOS DE VENDA: Loja Japonique – Rua Girassol, 175
Alvará

DESCUBRA

1/4

Uma jovem compositora com um trabalhado senso de humor, Courtney Barnett parece uma anomalia refrescante em 2015 : inteligente, mas não intelectual , humilde, mas não frágil , curte o passado , mas não de maneira teatral. Seu álbum de estréia cumpre a promessa da sua coletânea de EPs de 2013 […] Sua música é descendente do grunge anos 90, que por sua vez é descendente do rock garagem e psicodélico dos anos 60 [...] - Sem suas letras, a música não caberia ali ; sem a melodia, Barnett sumiria. Na maior parte do tempo, ela nem sequer canta, mas fala, encaixando a melodia no meio da frase, como se ela se lembrasse de repente que estava tocando uma música .


Pitchfork

Uma qualidade bastante exaltada na obra de Barnett é sua habilidade de descrever os pequenos detalhes das situações cotidianas e extrair delas o substrato lírico de seu storytelling. Da exaltação do ócio criativo de Avant Gardener (presente em seu The Double EP: A Sea of Split Peas) até a crise provocada pela rotina em Elevator Operator, Barnett une sua habilidade de contar histórias cheia de trejeitos à la Belle and Sebastian com um ar blasé e displicente, que exalta romanticamente, e com humor, sua postura mediana diante da vida.


Monkeybuzz

A fé e as melodias se confundem no trabalho do coletivo californiano Edward Sharpe and the Magnetic Zeros. Cada vez mais relacionado com as invenções proclamadas na música gospel dos anos 1970, o grupo comandado pela figura quase messiânica de Alex Ebert alcança o terceiro registro em estúdio em boa forma. […] Livre da psicodelia torta e do Freak Folk ocasional que se apoderava dos primeiros lançamentos, com a chegada do novo disco, o direcionamento incorporado pela banda é claro: simplificar. A multiplicidade de instrumentos e sons outrora alimentados pela grandeza incorporam uma postura de leveza em todo o registro…


Miojo Indie

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